São mais as perguntas a fazer que as respostas a dar nestes encontros: Que podemos esperar do local? Quem participa nas nossas actividades? A quem interessam? Será que só nos interessa a nós? Estes são os temas fortes a desenvolver durante o debate intitulado "A importância das dinâmicas autónomas e independentes no desenvolvimento do território".
Eduardo Sardinha nasceu em Viana do Castelo, em 1970. Jornalista, dirigente associativo e dj. Trabalhou, entre outros, para o site Musicnet, jornais O Primeiro de Janeiro, Diário de Notícias, Blitz e UM, onde foi editor. Em rádio foi produtor da Number One Network (Rock in UK ou Casey’s Top 40, entre outros programas), locutor e autor de programas na Rádio Alto Minho e Clube de Viana, foi ainda jornalista nestas e na Rádio Geice, Rádio Barca/Cadeia de Informação Norte e TSF - Centro. Escreveu para as revistas The New Musical Express, Cinema e Publimag. Colaborou na produção de conteúdos para a RTP e escreveu para os documentários Milho à Terra! (de Carlos Eduardo Viana, 2007) e Alto do Minho (Miguel Filgueiras, 2012). Fundou ou ajudou a fundar, dirigiu e/ou colaborou com as associações Ao Norte, Contagiarte, Chã das Eiras e Aisca. Colabora ou colaborou com eventos como os Encontros de Viana – Cinema e Vídeo, Festafife – Festival Internacional de Marionetas e Cinema de Animação ou o Museu Fora d’Horas (parceria do Museu de Arte e Arqueologia de Viana do Castelo, da Aisca e da Fundação de Serralves). Enquanto dj, a solo ou em parceria com o dj Scotch no projecto Panthemusic, passou por espaços como: Rádio, Tendinha dos Clérigos, Eira, Contagiarte ou Nasoni. Recebeu o 1o Prémio na categoria de fotografia da Trienal Latina de Viana do Castelo (1992); realizou várias exposições individuais de fotografia e integrou diversas colectivas. Tem assinado textos para e sobre artistas como The Unplayable Sofa Guitar, Cavalheiro, Bilan, Lorenz Factor ou Kubik.
Olga Nogueira formou-se na Universidade de Santiago de Compostela, na Université de la Sorbonne Nouvelle (Paris III) e na Universitat Oberta de Catalunya. Trabalhou no Conselho da Cultura Galega, no Centro de Estudos Galegos de Paris, na Agência Galega de Indústrias Culturais e, actualmente, em aCentral Folque, Centro Galego de Música Popular, onde desenvolve a área de produção artística, com especial atenção ao grupo Marful, de projecção internacional.
Luis Tarroso nasceu em Braga em Abril de 1977. É licenciado em Direito pela Escola de Direito da Universidade do Minho e exerce advocacia desde 2001 na cidade de Braga. Fundou o ProjectoBragaTempo, movimento informal surgido em 2001 com o objectivo de discutir a qualidade de vida e a evolução da cidade de Braga. Entre as actividades que deram protagonismo a este projecto estão as Conversas Desbragadas - conversas informais sobre o estado da cidade de Braga e o seu futuro, o I Curso de História da Cidade de Braga e a apresentação pública de um projecto de transformação da Fábrica Confiança em equipamento cultural. É também membro fundador da Velha-a-Branca-estaleiro cultural, cooperativa cultural bracarense independente e sem fins lucrativos que abriu portas em Outubro de 2004. Em poucos anos, a transformação de uma velha casa num espaço aberto à cultura, permitiu a realização de centenas de exposições, de mais de 1000 actividades diversas e de vários cursos e workshops nunca antes realizados em Braga. Tudo isto sem recurso a qualquer financiamento público. Tem colaborado em várias publicações, jornais, livros, conferências e algumas produções em vídeo. Participou no blogue Avenida Central com a crónica Projectar Avenidas. Além de gostar de viajar e, em particular, de conhecer cidades, interessa-se por áreas muito distintas, entre elas história, nomeadamente a história da cidade de Braga, urbanismo, planeamento urbano, transportes, fotografia e vídeo, actividades para as quais gostava de ter mais tempo.